Prof. Dr. Eduardo M. Rego

CRM (SP): 63.577

Hematologia Clínica / Onco-Hematologia

Locais de Atuação

Clínica Onco Star

Hospital São Luiz Itaim – Rede D’Or

 

Filiações

Professor Titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (desde 2010).

Coordenador da Hematologia no Grupo Oncologia D’Or.

Médico Associado da Clínica Onco Star.

Médico do Corpo Clínico do Hospital São Luiz Itaim – Rede D’Or.

Coordenador dos Serviços de Hematologia e Oncologia Clínica do HCFMRP-USP de 2010 a 2017.

Diretor Científico da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto de 2010 a 2017. Membro da Coordenação da Área da Saúde da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Membro fundador e coordenador do Consórcio Internacional em Leucemias Agudas (ICAL) criado pela Sociedade Americana de Hematologia com o objetivo de reduzir as diferenças nos resultados do tratamento de pacientes com leucemias agudas assistidos nos países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Vice-Presidente do International Members Committee da American Society of Hematology (ASH)

Vice-Diretor Científico da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia.

Editor do Brazilian Journal of Medical and Biological Research

Deputy Editor da Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia

Editor Associado dos periódicos científicos Blood e da Annals of Hematology.

Formação

Graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo em 1988.

Residência em Clínica Médica e em Hematologia e Hemoterapia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) (1993).

Doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1997.

Postdoctoral Fellow do Memorial Sloan Kettering Cancer Center de Nova York 1998 a 2001.

Publicações

Dez publicações de sua autoria de destaque entre 117 listadas na base de dados PubMed:

  1. Benicio MTL et al. Evaluation of the European LeukemiaNet recommendations for predicting outcomes of patients with acute myeloid leukemia treated in low- and middle-income countries (LMIC): A Brazilian experience. Leuk Res. 2017; 60:109-114..
  2. Corrêa de Araujo Koury L et al. Treating acute promyelocytic leukaemia in Latin America: lessons from the International Consortium on Acute Leukaemia experience. Br J Haematol. 2017;177(6):979-983.
  3. Bittencourt R et al. Guidelines on the treatment of acute myeloid leukemia: Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular: Project guidelines: Associação Médica Brasileira – 2015. Rev Bras Hematol Hemoter. 2016; 38(1):58-74.
  4. Mota JM et al. Post-Sepsis State Induces Tumor-Associated Macrophage Accumulation through CXCR4/CXCL12 and Favors Tumor Progression in Mice. Cancer Immunol Res. 2016;4(4):312-22.
  5. Lucena-Araujo AR et al. High ΔNp73/TAp73 ratio is associated with poor prognosis in acute promyelocytic leukemia. 2015; 12;126(20):2302-6.
  6. Sanz MA et al. All-trans retinoic acid with daunorubicin or idarubicin for risk-adapted treatment of acute promyelocytic leukaemia: a matched-pair analysis of the PETHEMA LPA-2005 and IC-APL studies. Ann Hematol. 2015; 94(8):1347-56.
  7. Rego EMet al. Improving acute promyelocytic leukemia (APL) outcome in developing countries through networking, results of the International Consortium on APL. 2013; 121(11):1935-43.
  1. dos Santos GA et al. (+)α-Tocopheryl succinate inhibits the mitochondrial respiratory chain complex I and is as effective as arsenic trioxide or ATRA against acute promyelocytic leukemia in vivo. Leukemia 2012;26(3):451-60.

9.    Yoon A et al. Impaired control of IRES-mediated translation in X-linked dyskeratosis congenita. Science. 2006;312(5775):902-6.10.Rego EM et al. Retinoic acid (RA) and As2O3 treatment in transgenic models of acute promyelocytic leukemia (APL) unravel the distinct nature of the leukemogenic process induced by the PML-RARalpha and PLZF-RARalpha oncoproteins. Proc Natl Acad Sci U S A. 2000;97(18):10173-8.

CV Lattes

http://lattes.cnpq.br/1543544998729361